quarta-feira, 21 de maio de 2008

Não...


Não, hoje eu não quero concordar,

Não, hoje eu não quero falar (???) embora, eu precise...

sempre as concessões, sempre a confusão entre um lado e outro...dois extremos atravessados...

Ai!!!!!!!! [choro manhoso]...mas eu não sou manhosa...não, eu não sou...

ai que raiva!!! q vontade de chorar, ate soluçar, mas se o fizesse, ficaria com mais raiva ainda...vá me entender...

éhhh sim...algumas pessoas têm muita influência na minha vida...ehhh, eu também sou irresposável às vezes...éhhh, eu já fraquejei!!! Eu já quis desistir...eu já achei que não era capaz, q o peso era muito grande pra mim, eu já quis ficar em casa com o mundo berrando lá fora...éh droga!!! eu tenho medo!! um medo dentro de mim...o medo do que não vejo, o medo do q não sei, do q não conheço, o medo de não dar certo....eh, eu tenho medo tbm de me mostrar inteira pra todo mundo, de mostrar tudo que eu sou...ahhhh, que tortura!!! me rasgo por dentro, reviravoltas...queria o ar frio de um lugar vazio...pra gritar, pra correr, pra chorar, pra pular e pra não ter que sei lá o que...

ahhhh....[agora o choro, aquele de verdade, aquele sentido...] eu queria que me abraçasse , que me apertasse contra o peito, eu queria os cheiros, o beijo desesperado como se não houvesse mais tempo no mundo todo...mãos, voz, ah eu queria amor...éh! amor!! demais para uma menina de 15 anos...oh não baby, não esta forma de amor...é amor de verdade, amor de sentimento, amor que sinto ao alento....o meu lado está frio, frio e vazio...

E a dança???? oh honey, no coments...please...ela bate dentro de mim, ela faz burbulhinhos aqui dentro...mas oh baby...ela não é por fora...o joelho, o cotovelo, o pescoço..track, travou...medo!!!! puta q raiva!!! a parada de mão q não sai, a dor do alongamento q nao faz a perna encostar n a parede, o mataborrão q não quer , o mergulho, estranho...não, eu não posso voar...eu fiquei na terra....mas eu amo a dança, amo sim, dentro d meu coraçãozinho...


eu tive medo de postar isso tudo...mas, tá aí....um pouco de mim, puramente, essencialmente, verdadeiramente?????

éhhhhhhhhhh, siiiiiim....



sexta-feira, 16 de maio de 2008

Teatro do oprimido.....Boal..transformador


Augusto Boal nasce em 1931, no bairro da Penha, Rio de Janeiro. Desde criança escrevia, ensaiava e montava suas próprias peças nos encontros de família. Sua formação em Engenharia Química torna-se paralela à pesquisa, à criação de textos teatrais lidos e comentados por Nelson Rodrigues. Estuda na Columbia University com John Gasner e assiste às montagens do Actor’s Studio. Em 1956, Boal volta ao Brasil a convite de Sábato Magaldi e Zé Renato para dirigir o Teatro de Arena de São Paulo. O grupo provoca uma revolução estética no teatro brasileiro nos anos 50 e 60. Através do Seminário de Dramaturgia, do Laboratório de Interpretação e das diversas montagens, o Teatro de Arena contribui vigorosamente para a criação de uma dramaturgia genuinamente brasileira. A partir 1964, a Ditadura Militar inicia a perseguição a todos os indivíduos e grupos de artistas com preocupações sociais e políticas. Em 1968, vem o AI-5 que aperta ainda mais o cerco. Em 1970, O Núcleo Dois do Arena inicia os primeiros experimentos do Teatro-Jornal, o embrião do Teatro do Oprimido. Em fevereiro de 1971, Augusto Boal é preso, torturado e exilado. Passando a residir na Argentina, de 1971-1976, dirige o grupo “El Machete” de Buenos Aires e monta, de sua autoria, “O Grande Acordo Internacional do Tio Patinhas”, “Torquemada” (sobre a tortura no Brasil) e “Revolução na América do Sul”, iniciando intensas viagens por toda a América Latina, onde começa a desenvolver novas técnicas do “Teatro do Oprimido”: Teatro-Imagem, Teatro-Invisível e Teatro-Fórum.Em 1976 muda-se para Lisboa, onde dirige o grupo “A Barraca”. Dois anos depois é convidado para lecionar na Université de la Sorbonne-Nouvelle. Em Paris, cria o Centre du Théatre de l´Opprimé-Augusto Boal, em 1979.Trabalha em muitos países europeus e desenvolve as técnicas introspectivas do Teatro do Oprimido: o Arco-Íris do Desejo. Antes de regressar definitivamente ao Brasil, monta no Rio de Janeiro “O Corsário do Rei” (de sua autoria, letras de Chico Buarque, música de Edu Lobo) e “Fedra” de Racine, com Fernanda Montenegro.A convite do então Secretário de Educação do Estado do Rio de Janeiro, professor Darcy Ribeiro, Boal volta ao Brasil em 1986 para dirigir a FÁBRICA DE TEATRO POPULAR. O objetivo era tornar a linguagem teatral acessível a todos, como estímulo ao diálogo e à transformação da realidade social.Ainda em 1986, junto com artistas populares, cria o Centro de Teatro do Oprimido – CTO-Rio, para difundir o Teatro do Oprimido no Brasil.No CTO-Rio, desenvolve projetos com ONG´s, sindicatos, universidades e prefeituras. Em 1992, candidata-se e é eleito vereador da cidade do Rio de Janeiro pelo PT (Partido dos Trabalhadores), para fazer Teatro-Fórum e, a partir da intervenção dos espectadores, criar projetos de lei: é o Teatro Legislativo.Após transformar o espectador em ator com o Teatro do Oprimido, Boal transforma o eleitor em legislador. Utilizando o Teatro como Política, em Sessões Solenes Simbólicas, encaminha à Câmara de Vereadores 33 projetos de lei, dos quais 14 tornam-se leis municipais, entre 1993 a 1996.A partir de 1996, fora da Câmara dos Vereadores, Boal e o CTO-Rio seguem na consolidação do Teatro Legislativo Em 1998, conseguem o apoio da Fundação Ford, para a criação de grupos comunitários de Teatro do Oprimido. Boal também realizou diversas Sessões Solenes Simbólicas, de Teatro Legislativo, no exterior: no “Great London Council” - Londres, com a participação de escritores como: Lisa Jardine, Tarik Ali, Paul Heller e advogados dos Tribunais de Londres; em Bradford, na Câmara Legislativa da cidade, sobre questões relativas aos portadores da Síndrome de Down; na Sala da Comissão de Justiça do Rathaus (Prefeitura) de Munique, com apoio da Sociedade Paulo Freire.Em 1999, transforma a ópera “Carmem” de Bizet em SAMBÓPERA, uma experiência inovadora que traduziu as músicas originais para ritmos genuinamente brasileiros. Carmem ficou em temporada no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro. Em julho de 2000, estreou em Paris. Em 2001, “La Traviata” é montada também como SAMBÓPERA e faz circuito no Rio de Janeiro.Sua mais recente pesquisa é a Estética do Oprimido, programa de formação estética que integra experiências com o SOM, PALAVRA, IMAGEM e ÉTICA. A Estética do Oprimido tem por fundamento a crença de que somos todos melhores do que pensamos ser, e capazes de fazer mais do que aquilo que efetivamente realizamos: todo ser humano é expansivo.Augusto Boal é autor de diversas obras literárias lançadas nos mais diversos idiomas, além de colecionar um arsenal extraordinário de prêmios e honrarias. A principal criação de Augusto Boal, o Teatro do Oprimido, é hoje uma realidade mundial, sendo a metodologia teatral mais conhecida e praticada nos cinco continentes.Augusto Boal é um artista em plena atividade!

eu político???

Éhhh...depois de uma tarde falando de Boal, das técnicas e a estética do oprimido, da importância da transformação (para o bem) das pessoas, de observar a vida e a ideologia incrível deste SER HUMANO que transforma o operário, a doméstica, a criança em espect-atores...em seres modificadores do espaço em que vivemos, a gente toma cons.ciência do quão política nossa vida é...e não dos damos conta...percebemos o quanto é importante acreditar e fazer algo para que as coisas comecem a mudar...ALGUSTO BOAL...transformador, instigador....

éhhh, tarde boa, leitura, conversa, troca, idéias, risos, descobertas, aeeee!!! si-na-lé-ti-ca!!, ditirâmbico!! si-ner-gia..sim...sinergia!! o todo pelo um...lembrei-me agora da saudação africana, a qual até poderia incluir à sinergia: UBUNTU....àquilo que eu sou, pelo que todos nós somos....

é....um começo...idéias...aos poucos, apreciando o caminho no processo...que venha o que vier....

namastê!!
vah=)

quinta-feira, 15 de maio de 2008

De volta a re"organização"???


Éh, ultimamente não andei escrevendo muito, talvez porque tantas coisas aconteceram comigo ultimamente e eu queria guardá-las só pra mim, como um tesouro de sei lá o que...o fato é que agora sinto necessidade de relatar tudo isso, e quem sabe nas palavras encontrar meus pensamentos perdidos...

Ai ai ai..como doeu, como me dói ainda aceitar as coisas correndo..não, não é medo, ou talvez seja, e ah! como eu tenho raiva disso! Desse medo infeliz que às vezes toma conta de mim, eu não o quero!! É como um vírus que invade o meu sistema, imprevisível....

Dói tanto não saber como será, dói tanto ter que esquecer, sim, esquecer, às vezes penso que seria o melhor caminho, pois já não seria como antes...oh! não supliques!! sim, eu sei! avisa isso pro coraçãozinho lá dentro que teima em não esquecer...o amor que se foi, (e era amor?? talvez não, ou melhor, não, não era mesmo...mas faz falta, talvez ainda mais por ver esse sentimento diluído à outros olhos em menos de 1 semana...), cadê o meu amigo?? àquele das conversas intermináveis, dos risos, àquele que dava vontade de ter pra sempre...sim, ele também cresceu, precisou partir...andar num caminho novo, não, não posso ir com ele...eu tenho amiguinhos aqui comigo também, amigos fofos...mas nenhuma pessoa substitui outra pra mim, o que resulta de que a sua falta é a mesma pra mim, física e metafísca...éh...o tempo vai suturar as feridinhas que o meu coração cisma em provocar em mim...ele já fez isso tantas vezes..óh doutor, mas cura logo, porque dói...e depois disso ele vai me dar um remedinho...coisas novas!! sim! vou ficar feliz por ter superado, por estar vivendo coisas novas...por ter conseguido!! e ver também que eu sobrevivi e q estarei começandoa VIVER novamente....enquanto isso...viva doce menininha! viva! e sinta tudo que está acontecendo...não adianta esperar os dias melhores pra começar a viver, pois pasme, nesses momentos, vc também está vivendo...bem ou não, que seja bem então neh....ahhhhh..sorria!! vai passar...