Calo-te, ouço-te no silêncio do mais íntimo do meu ser. E é tão avassaladoraa versão que me atravessa, que sinto todas as puxadas, arrancando de mim tudo que está no fundo, tudo que é profundo.
Meu coração bate acelerado à procura de saber o que é e de entender o que acontece. E é tão verdadeiro dentro de mim, e é tão puro, que virginalmente olho estupefata para tudo isso que está a minha frente.
E são tantas as pessoas a minha volta.
Procuro quem sou, mas é só dentro de mim mesma que encontro essas respostas. As músicas, os cheiros, as situações, as pessoas, permeiam em mim, impregnando-se como o néctar da flor que mesmo estando dentro dela exala tênuemente suas essências, d edentro pra fora.
É isto.
namastê,
vah
segunda-feira, 21 de abril de 2008
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